Bom, nesse blog pode se refletir sobre tudo.
Mas a música é, sem dúvida, nosso assunto principal, e sobre o qual temos tudo a tentar entender.
Conversando esses dias com o maurício Keller, amigo de Goiás e do GAN, sintetizei mais ou menos aquilo que pra mim parece resumir os dois atributos básicos da música que é útil pra gente, útil pro nosso meio.
O primeiro atributo é uma boa mensagem. Não me parece necessário abordar abertamente os temas espíritas. Mas se estivermos falando de uma mensagem de bem, de otimismo, de amor, de amize e/ou de uma mensagem evangélica etc etc, esse primeiro objetivo estará cumprido.
O segundo atributo é, pra usar uma expressão da moda, ter "vibe". A música precisa dizer algo em sua harmonia, em sua vibração, em seu sentimento. É aquela coisa que te faz sentir antes mesmo de pensar ou refletir na mensagem trazida.
É claro que isso vai variar de gosto pra gosto. Uns vão se identificar mais com certas canções, outros com outras. Normal.
Mas me parece legal ter esse norte em mente, até quando selecionamos canções pra cantar no cotidiano das nossas Casas Espíritas, por exemplo.
E com isso não estou nem querendo entrar na questão sobre o que é ou não é música espírita, se é que existe um traço que a diferencia. Essa discussão é pra lá de complexa.
O friso desse post é apenas pra dizer que, de uma maneira ou de outra, a música me parece precisar ter mensagem e vibração. Isso pode parece óbvio, como é. Mas é que colocar isso de uma maneira simples tem um ótimo efeito pedagógico com a gente mesmo.