Nessa semana, uma notícia veiculada por agências de internacionais em vários sites me chamou a atenção para uma velha questão.
O título era mais ou menos o seguinte: "Cientistas acreditam ter descoberto o gene da generosidade".
Para ver uma das versões completas da matéria, clique aqui. Mas faço a seguir um breve resumo, para depois tecer não menos breve consideração sobre como pode ser a relação entre os genes e o espírito.
O caso é simples: na experiência científica, pesquisadores deram pequena quantidade de dinheiro para cada voluntário, que tinha a opção de doar parte do montante. Depois, analisando os resultados, os cientistas perceberam que os portadores desse tal gene doaram o dobro das demais pessoas.
Bom, se essa experiência foi bem fundamentada e se encontraram o gene certo, eu não faço ideia. Mas também isso não é o que me chama a atenção e pretendo discutir.
O caso é que sempre surgem notícias de pesquisadores relacionando determinadas características, comportamentos ou tendências das pessoas, como essa da generosidade, à presença de certos genes.
Daí, pergunto: e como fica o espírito, nessa história? Afinal, somos determinados pelos fatores biológicos? E o livre arbítrio?
Ao meu ver, a possível resposta a essa indagação é até simples, pelo que vale expressá-la.
Ora, sem dúvida temos genes que nos determinam certas características, nos indicam as tendências. Mas o que determinou esses genes, antes que eles existissem em nós? O acaso? Não!
Foi o nosso próprio espírito!
Quer dizer, quando são juntados o gameta masculino e o feminino numa fecundação, estão disponíveis milhares e milhares (quem sabe milhões) de combinações genéticas, a despeito de serem aquele pai e aquela mãe. Como são escolhidas as combinações? A lógica da nossa própria concepção sobre "que é Deus" indica que aleatoriamente é que não pode ser.
Isso abre espaço para vermos na influência do espírito no seu próprio processo de reencarnação (consciente ou não) o indicativo desses "dados" genéticos. Ou seja, são as próprias experiências e necessidades do espírito reencarnante que "atraem", por assim dizer, a formação biológica mais proveitosa para aquela vivência que se inicia e, assim, é constituído aquele novo corpo.
Afinal, o corpo humano é instrumento da evolução do espírito e poderá proporcionar, na condição de veículo do mundo físico, um sem número de condições norteadoras das vivências.
Da pra imaginarmos um sem número de razões pata que nossas características sejam exatamente como são. Mas o mais importante é frisarmos que o nosso corpo é constituído e se mantém a serviço da individualidade, e não o contrário.
Afinal, o espírito é pré-existente ao corpo e seria ilógico que fosse por este determinado.
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Meu "camarada" finado
Hoje, 2 de novembro, celebra-se o "Dia dos Finados", ou "Dia dos Fiéis Defuntos".
No seio da tradição católica, a celebração remonta às mortes dos mártires do cristianismo, cuja memória era cultuada pelos seguidores sobreviventes do Cristo, que assim se encorajavam ante as adversidades descortinadas para os crentes da primeira hora.
Mas esse culto não foi exatamente uma novidade. Mesmo os romanos tinham no culto aos antepassados importante prática social (confira clicando aqui). Com essa convicção, fica clara a crença na continuidade da vida após a morte do corpo.
A própria lógica do feriado de finados deriva da crença de que a morte não põe fim à vida. Lembramos as almas afins que nos deixaram porque acreditamos na possibilidade de conexão com elas, direcionando, assim, o nosso respeito, saudade, admiração, lembrança...
Ou seja, a sobrevivência do espírito é ideia largamente aceita, há muitos séculos e pela maioria das crenças. O que Kardec fez, e com maestria, foi sistematizar o entendimento, dar nomes, compreender melhor os fenômenos, e demonstrar que a sobrevivência da alma e a reencarnação, por exemplo, existem para cumprir uma finalidade Divina e obedecem às leis naturais.
A propósito, cabe assinalar que o inglês Thomas More, no livro "Utopia", publicado em 1516, assim narrou sobre Utopia (uma cidade imaginária, centro das narrativas do referido livro, e que seria um local muito melhor do que o que se conhecia na Terra):
"Quase todos os utopianos alimentam a convicção íntima de que uma felicidade imensa aguarda o homem além-túmulo. É por isso que choram pelos doentes e jamais pelos mortos, excetuando o caso em que o moribundo deixa a vida inquieto ou a contragosto."
"Os mortos (...) assistem às conversações dos vivos, ainda que invisíveis ao pequeno alcance dos olhos dos mortais."
"Por conseguinte, segundo as idéias utopianas, os mortos se misturam à sociedade dos vivos e são testemunhas de suas ações e palavras."
Muito bem. Eis a característica da Verdade. Ela será revelada a todo o tempo, por toda a fonte, e retumbará cheia de sentido, dentro de nós.
Assim, nós, que acreditamos na continuidade da vida após a morte, podemos lembrar das almas queridas e já falecidas com especial carinho no dia de hoje. Não cultuamos túmulos, mas lembranças e vida, de quem, não duvidamos, segue vivo em algum outro lugar.
Podemos fazer isso, quem sabe, reverberando os versos da linda música "Camarada", da autoria de Willi de Barros, que às vezes parece reproduzir um dialogo entre nós e aquele nosso camarada já desencarnado, mas que sentimos perto de nós:
"Já não lembro de você
Seu rosto se dissolveu na memória
Mas com te esquecer?
Como não te lembrar dentro do coração?
E quando parti deixei
Tesouros de afeição no caminho
Difícil é descrever
A saudade que vem se me sinto sozinho
Espera, meu amigo, que um dia ainda vou voltar
Às vezes imagino quando é que eu vou te reencontrar, te reencontrar...
Tenho tanto pra te contar do que aprendi aqui
Mas sei que nem preciso porque estás bem aí, perto de mim
Meu amigo do peito, camarada
Amigo do peito, camarada..."
Esa música tem uma belíssima gravação no CD "Tempo Dominó, da nossa amiga Cacau. Para os que não conhecem, fiz o vídeo a seguir. Para baixar a cifra, clique aqui (está um tom abaixo do tom que eu toquei no vídeo).
PS: Fico devendo um post sobre o livro "Utopia" e sua perfeita compatibilidade, ao meu ver, com a Doutrina Espírita.
No seio da tradição católica, a celebração remonta às mortes dos mártires do cristianismo, cuja memória era cultuada pelos seguidores sobreviventes do Cristo, que assim se encorajavam ante as adversidades descortinadas para os crentes da primeira hora.
Mas esse culto não foi exatamente uma novidade. Mesmo os romanos tinham no culto aos antepassados importante prática social (confira clicando aqui). Com essa convicção, fica clara a crença na continuidade da vida após a morte do corpo.
A própria lógica do feriado de finados deriva da crença de que a morte não põe fim à vida. Lembramos as almas afins que nos deixaram porque acreditamos na possibilidade de conexão com elas, direcionando, assim, o nosso respeito, saudade, admiração, lembrança...
Ou seja, a sobrevivência do espírito é ideia largamente aceita, há muitos séculos e pela maioria das crenças. O que Kardec fez, e com maestria, foi sistematizar o entendimento, dar nomes, compreender melhor os fenômenos, e demonstrar que a sobrevivência da alma e a reencarnação, por exemplo, existem para cumprir uma finalidade Divina e obedecem às leis naturais.
A propósito, cabe assinalar que o inglês Thomas More, no livro "Utopia", publicado em 1516, assim narrou sobre Utopia (uma cidade imaginária, centro das narrativas do referido livro, e que seria um local muito melhor do que o que se conhecia na Terra):
"Quase todos os utopianos alimentam a convicção íntima de que uma felicidade imensa aguarda o homem além-túmulo. É por isso que choram pelos doentes e jamais pelos mortos, excetuando o caso em que o moribundo deixa a vida inquieto ou a contragosto."
"Os mortos (...) assistem às conversações dos vivos, ainda que invisíveis ao pequeno alcance dos olhos dos mortais."
"Por conseguinte, segundo as idéias utopianas, os mortos se misturam à sociedade dos vivos e são testemunhas de suas ações e palavras."
Muito bem. Eis a característica da Verdade. Ela será revelada a todo o tempo, por toda a fonte, e retumbará cheia de sentido, dentro de nós.
Assim, nós, que acreditamos na continuidade da vida após a morte, podemos lembrar das almas queridas e já falecidas com especial carinho no dia de hoje. Não cultuamos túmulos, mas lembranças e vida, de quem, não duvidamos, segue vivo em algum outro lugar.
Podemos fazer isso, quem sabe, reverberando os versos da linda música "Camarada", da autoria de Willi de Barros, que às vezes parece reproduzir um dialogo entre nós e aquele nosso camarada já desencarnado, mas que sentimos perto de nós:
"Já não lembro de você
Seu rosto se dissolveu na memória
Mas com te esquecer?
Como não te lembrar dentro do coração?
E quando parti deixei
Tesouros de afeição no caminho
Difícil é descrever
A saudade que vem se me sinto sozinho
Espera, meu amigo, que um dia ainda vou voltar
Às vezes imagino quando é que eu vou te reencontrar, te reencontrar...
Tenho tanto pra te contar do que aprendi aqui
Mas sei que nem preciso porque estás bem aí, perto de mim
Meu amigo do peito, camarada
Amigo do peito, camarada..."
Esa música tem uma belíssima gravação no CD "Tempo Dominó, da nossa amiga Cacau. Para os que não conhecem, fiz o vídeo a seguir. Para baixar a cifra, clique aqui (está um tom abaixo do tom que eu toquei no vídeo).
PS: Fico devendo um post sobre o livro "Utopia" e sua perfeita compatibilidade, ao meu ver, com a Doutrina Espírita.
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
23 e 24/10/2010 - Uberaba, Vila Velha e a "Nova era"
Prezados,
Foram especiais os dias 23 e 24 últimos, sábado e domingo.
No sábado, estive em Uberaba, participando da 47º COMMETRIM - Confraternização das mocidades e madurezas do Triângulo Mineiro, onde conheci também um grupo muito bacana de Uberlândia, o Intergarte.
Clique aqui para ver algumas fotos.
No domingo, estive em Vila Velha. Primeiro, uma cantoria com os amigos do Grupo de Canto Irmão Amadeu, no Grupo da Fraternidade Jerônimo Robeiro. Depois, uma participação no show cheio de energia do Grupo BEM.
Clique aqui para ver fotos desses dois eventos em Vila Velha.
Que gostoso foi tudo! Pra mim foi uma alegria enorme estar nesses eventos, conviver com um monte de amigos antigos e novos, ver ao vivo alguns que antes eram só virtuais. Pensem na minha situação: você sai de casa e encontra um monte de gente na sintonia desse trabalho musical voltado para a mensagem de bem, amizade e fraternidade, com tantos focos pelo Brasil a fora. É um privilégio.
Agradeço muito a todos pelo carinho enorme com o Viajante do Universo e pela amizade.
Aproveito pra contar que já coloquei no Youtube o vídeo da música "Nova era", do DVD da Comebh, conforme prometi aos amigos da Commetrim. Aproveitem!
E que continue sendo possível estar ao lado de tanta gente bacana. O ano de 2010 foi muito profícuo nesse sentido, e se Dues permitir, que seja possível continuar na disseminação desse trabalho.
Foram especiais os dias 23 e 24 últimos, sábado e domingo.
No sábado, estive em Uberaba, participando da 47º COMMETRIM - Confraternização das mocidades e madurezas do Triângulo Mineiro, onde conheci também um grupo muito bacana de Uberlândia, o Intergarte.
Clique aqui para ver algumas fotos.
No domingo, estive em Vila Velha. Primeiro, uma cantoria com os amigos do Grupo de Canto Irmão Amadeu, no Grupo da Fraternidade Jerônimo Robeiro. Depois, uma participação no show cheio de energia do Grupo BEM.
Clique aqui para ver fotos desses dois eventos em Vila Velha.
Que gostoso foi tudo! Pra mim foi uma alegria enorme estar nesses eventos, conviver com um monte de amigos antigos e novos, ver ao vivo alguns que antes eram só virtuais. Pensem na minha situação: você sai de casa e encontra um monte de gente na sintonia desse trabalho musical voltado para a mensagem de bem, amizade e fraternidade, com tantos focos pelo Brasil a fora. É um privilégio.
Agradeço muito a todos pelo carinho enorme com o Viajante do Universo e pela amizade.
Aproveito pra contar que já coloquei no Youtube o vídeo da música "Nova era", do DVD da Comebh, conforme prometi aos amigos da Commetrim. Aproveitem!
E que continue sendo possível estar ao lado de tanta gente bacana. O ano de 2010 foi muito profícuo nesse sentido, e se Dues permitir, que seja possível continuar na disseminação desse trabalho.
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Livro dos Espíritos - Edição de 1924
Olá, amigos.
Como muitos dos leitores deste blog sabem, meu avô se chamava Jair Soares e viveu entre 27/02/1910 e 02/08/1992, tendo nascido em Teixeiras/MG e falecido em Belo Horizonte, onde viveu a maior parte de sua vida.
A história que conheço diz que ele, ainda adolescente, trabalhou num armazém de "Secos e Molhados", situado em cidade diversa da que ele residia, o que o obrigava a pernoitar no estabelecimento.
Por isso, alguns clientes e amigos deixavam com ele algo que pudesse ler e passar o tempo à noite, etc.
Foi então que, em 1925, quando ele tinha 15 anos, uma tal "madame Raposo" o presenteou com um Livro dos Espíritos, editado em 1924. Lendo este livro, ele se tornou espírita.
Este exemplar raro do Livro dos Espíritos, editado há 86 anos, é algo que guardo com muito carinho. Por isso e para registrar e dividir, tirei algumas fotos e posto a seguir, para conhecimento dos amigos.
Reparem a grafia bem diferente de muitas palavras e o escrito feito pelo meu avô, registrando a origem do livro.
Como muitos dos leitores deste blog sabem, meu avô se chamava Jair Soares e viveu entre 27/02/1910 e 02/08/1992, tendo nascido em Teixeiras/MG e falecido em Belo Horizonte, onde viveu a maior parte de sua vida.
A história que conheço diz que ele, ainda adolescente, trabalhou num armazém de "Secos e Molhados", situado em cidade diversa da que ele residia, o que o obrigava a pernoitar no estabelecimento.
Por isso, alguns clientes e amigos deixavam com ele algo que pudesse ler e passar o tempo à noite, etc.
Foi então que, em 1925, quando ele tinha 15 anos, uma tal "madame Raposo" o presenteou com um Livro dos Espíritos, editado em 1924. Lendo este livro, ele se tornou espírita.
Este exemplar raro do Livro dos Espíritos, editado há 86 anos, é algo que guardo com muito carinho. Por isso e para registrar e dividir, tirei algumas fotos e posto a seguir, para conhecimento dos amigos.
Reparem a grafia bem diferente de muitas palavras e o escrito feito pelo meu avô, registrando a origem do livro.
sábado, 16 de outubro de 2010
Passarinho azul e agenda
Olá, amigos.
Na semana passada aproveitei a visita da minha sobrinha Isabela aqui em Juiz de Fora e gravei um vídeo com ela. A música é "Passarinoh azul", uma das que pretendo incluir no CD de músicas voltadas para a infância que planejamos para breve.
Além disso, aproveito para dizer que no próximo sábado participarei da noite artística da Cometrim, encontro de mocidades do triângulo mineiro, e no próximo domingo estarei na apresentação do Grupo BEM, em Vitória/ES, no teatro do Marista.
Serão momentos especiais, com muitos amigos! Quem puder estar conosco será muito bem vindo.
Abraços e, a aseguir, o vídeo.
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Na semana passada aproveitei a visita da minha sobrinha Isabela aqui em Juiz de Fora e gravei um vídeo com ela. A música é "Passarinoh azul", uma das que pretendo incluir no CD de músicas voltadas para a infância que planejamos para breve.
Além disso, aproveito para dizer que no próximo sábado participarei da noite artística da Cometrim, encontro de mocidades do triângulo mineiro, e no próximo domingo estarei na apresentação do Grupo BEM, em Vitória/ES, no teatro do Marista.
Serão momentos especiais, com muitos amigos! Quem puder estar conosco será muito bem vindo.
Abraços e, a aseguir, o vídeo.
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terça-feira, 12 de outubro de 2010
Quando eu penso em Jesus
Olá, amigos.
Aproveito o feriado pra postar mais uma das músicas cantadas no lançamento do CD "COMEBH - 25 anos".
É "Quando eu penso em Jesus", belíssima canção também de autoria do Willi de Barros. Como vocês poderão ver no vídeo, foi uma energia gostosa demais, o público cantando, todo mundo envolvido, enfim, foi um encerramento com chave de ouro de um fim de semana gostoso demais.
Ainda bem que está o registro aí pra quem não foi poder aproveitar um pouquinho.
Aproveito o feriado pra postar mais uma das músicas cantadas no lançamento do CD "COMEBH - 25 anos".
É "Quando eu penso em Jesus", belíssima canção também de autoria do Willi de Barros. Como vocês poderão ver no vídeo, foi uma energia gostosa demais, o público cantando, todo mundo envolvido, enfim, foi um encerramento com chave de ouro de um fim de semana gostoso demais.
Ainda bem que está o registro aí pra quem não foi poder aproveitar um pouquinho.
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sábado, 2 de outubro de 2010
Encontro - DVD Comebh 25 anos (Oh, meu avatar!)
Olá, amigos.
Ontem, com a sempre precisa e diligente ajuda do nosso amigo Sader, postei no youtube o clipe da música Encontro, popularmente cnhecida como "Avatar", constante do DVD "Comebh, 25 anos".
Comebh, a propósito, é a Confraternização de mocidades espíritas da cidade de Belo Horizonte.
Esse show aconteceu no início de 2007. Vários músicos espíritas de BH e região foram convidados a cantar as músicas que haviam sido selecionadas para o CD comemorativo realizado pelos 25 anos da Comebh.
Acontece que o show de lançamento do CD foi gravado e tudo acabou virando um DVD muito legal. Nesse show, além das músicas do CD, tivemos 3 músicas extras, que foram Encontro, Quando eu penso em Jesus e Juventude e Vida.
Já estão há um bom tempo no meu canal do Youtube as duas músicas que eu cantei nessa apresentação, que foram "Apenas Amar" e "O Dom de prosperar", cujos vídeos podem ser vistos clicando-se aí nos nomes delas. E pelos próximos dias, pretendo colocar mais algumas músicas do DVD.
A seguir, a música Encontro.
Ontem, com a sempre precisa e diligente ajuda do nosso amigo Sader, postei no youtube o clipe da música Encontro, popularmente cnhecida como "Avatar", constante do DVD "Comebh, 25 anos".
Comebh, a propósito, é a Confraternização de mocidades espíritas da cidade de Belo Horizonte.
Esse show aconteceu no início de 2007. Vários músicos espíritas de BH e região foram convidados a cantar as músicas que haviam sido selecionadas para o CD comemorativo realizado pelos 25 anos da Comebh.
Acontece que o show de lançamento do CD foi gravado e tudo acabou virando um DVD muito legal. Nesse show, além das músicas do CD, tivemos 3 músicas extras, que foram Encontro, Quando eu penso em Jesus e Juventude e Vida.
Já estão há um bom tempo no meu canal do Youtube as duas músicas que eu cantei nessa apresentação, que foram "Apenas Amar" e "O Dom de prosperar", cujos vídeos podem ser vistos clicando-se aí nos nomes delas. E pelos próximos dias, pretendo colocar mais algumas músicas do DVD.
A seguir, a música Encontro.
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